Erivan da Silva Raposo, Antropólogo
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Erivan da Silva Raposo

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Erivan da Silva Raposo, Antropólogo
Erivan da Silva Raposo
Comentário · há 3 anos
E os cabeças de planilha fazem, aqui, uma defesa totalmente descontextualizada (eles afirmam que 'analisaram' a PEC 241 - analise sob a égide do Ceteris Paribus e com as bençãos de São Friedman e São Moses - Se ainda fosse São Hayek, talvez, talvez, tivessem oportunidade de questionar a 'irracionalidade' de suas 'alegações' - são apenas isso mesmo).
Podem questionar se o texto de Wagner Francesco é técnico ou não, se o viés de defesa incondicional dos excluídos pode prejudicar uma analise mais objetiva, mas não fazem exatamente isso. Replicam o que os 'economistas' da GloboNews, da BandNews, da CBN et caterva, têm dito, em defesa de seus próprios interesses e dos rentistas em geral.
Sequer consideram que qualquer alteração de grandeza tão absurda como a que propõe essa PEC da Morte só deveria ser proposta por um GOVERNO LEGÍTIMO e não por um desgoverno postiço, não sem a legitimidade do voto, não sem que tal alteração fosse proposta de campanha. Se esse desgoverno, nascido de um GOLPE, ainda fosse composto por pessoas que não estivessem por décadas sugando recursos públicos para proveito próprio, se essas pessoas fossem de fato confiáveis, honestas, não tivessem relação direta com Bancos, e outras dezenas de corporações, com as famílias que monopolizam a mídia, e fossem tecnicamente confiáveis, se discutissem isso com a sociedade e considerassem outras alternativas, talvez, talvez, pudéssemos dar crédito a eles.
Não é o caso. Como não é o caso de termos aqui gênios da economia (ah! se tivéssemos um Joseph Stiglitz aqui, ou quem sabe alguém com o espírito de um Ladislas Dowbor) que entendam de ajuste fiscal de verdade e um mínimo de compreensão sobre políticas públicas. Nem entendem sobre a nova configuração do mundo e da captura do poder, da política, pelas grandes corporações (o que explica muito das propostas de nossos políticos e, mesmo, do que defendem muitos aqui, já capturados pelas 'verdades' econômicas que as corporações - hoje donas de grande parte das universidades importantes mundo afora - propagam).
É bobagem entrar no mérito da PEC quando os 'cabeças de planilha' não o fazem. Eles defendem princípios, não conseguem imaginar, de fato, o país, as pessoas, não conseguem fazer comparações reais, sobre coisas reais, sobre a vida, pois a vida está subsumida em seus números, em suas planilhas, em suas equações, no mundo ideal (visto a partir da classe média, ou da bolsa de valores, dos restaurantes de luxo, dos gabinetes dos donos do mundo...).
Erivan da Silva Raposo, Antropólogo
Erivan da Silva Raposo
Comentário · há 3 anos
Bem podia ser uma matéria para a Falha, quer dizer Folha, ou O Globo. Começa reafirmando a versão dos jornalões e da 'denuncia' (uma narrativa - no caso, sem apresentação de provas, como tem sido costumeiro na Lava Jato - enquanto sobravam no caso Banestado, na Lava Jato, há dificuldade em apresentá-las (não quer dizer que não existam e muitos casos já mostraram que existem, mas em menor quantidade do que se esperava e nem sempre apontando para a versão sustentada pelo MP e comprada ou em co-autoria com o juiz Moro). Depois, usa-se um TODO MUNDO SABE, tipico de certos articulistas e uma expressão clássica para falácias de toda ordem. Quer dizer que todo mundo sabe o que foi narrado até agora (no mundo ideal, delatores não mentem, procuradores não mentem e não se apegam às convicções e preconceitos, juizes não tem lado, o sistema funciona... os números de presos sem julgamento no país mostram bem como funcionam). Antes ainda, o autor destila sua opinião sobre o que ocorre no 'mundo da política', comprando parte do discurso que criminaliza o campo da política e os partidos políticos (com um pezinho na moral), e por outro, para não enfrentar o que é o mal dessa operação e da postura tanto da PF, do MPF e do juiz Moro, que participam voluntariamente de uma missão (criminalizar o PT, as esquerdas, Lula; e minar, como possível, o governo Dilma - e fizeram isso de maneira sistemática, coordenada, com ativa participação do PGR e alguns ministros do STF), para afirmar, de maneira suave, que seria apenas um desajuste, pequeno, a ser corrigido, déficit.... Já tive mais respeito por sua opinião professor. Artigo desnecessário (uma vez que há melhores explicações disponíveis no 'mercado') e, apesar de dissimulado (conscientemente ou não), tendencioso.
*nada de razões humanitárias. O calendário eleitoral influenciou a decisão, o momento. Depois, estava claro, pela reação da sociedade (da parte sadia dela) e de juristas, que a prisão seria revogada em instância superior. Moro não quis se queimar e ainda tentou capitalizar positivamente sua ação.

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